sábado, 19 de fevereiro de 2011

today

para vos ser sincera, hoje acordei eram 9h da manha, mole mole e mole, desgraçada de mim. as horas foram passando e começaram a surgir-me ideias um pouco loucas para tirar fotografias, o meu estado de espiríto mudou, e neste momento está a saber-me tão bem ouvir a chuva a bater vezes sem conta na minha janela, quando na maior parte das vezes eu só quero é que as núvens se cheguem para lá e que venha o tão esperado sol.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

há amores assim;

não desistas de mim.
não desistas de mim amor, não desistas de nós, não és só tu que permaneces neste jogo a que chamamos relação. eu tambem lá estou, oh, e seguro-te tão bem. sou o teu pilar e tu és o meu, és o meu pilar, és o meu porto, és o meu miudo, és o meu irmão, és o meu tudo, na realidade..
quando eles faltam estás lá tu, quando elas traíem, permaneces. quando eu estou prestes a caír tu agarras-me. arranjas sempre forças, nesse teu mundo, que só tu consegues perceber, onde só estás tu.. tu e os teus mil e um pensamentos. eu estou ligada a ti, de certa forma temos os corações como se inter-ligados, é por isso que sinto que nunca haverá um adeus entre nós. eu preciso de cuidar de ti, preciso de sentir-te presente, comigo, e de sentir a tua alegria em cada «amo-te», em cada sorriso, em cada chamada. preciso de poder sonhar contigo, de poder sonhar com um futuro indeterminado a teu lado, e de poder beijar-te em silêncio todas as noites. quero que me beijes, que me abraçes, que me acarinhes. que faças esforços por mim, que eu os retribu-a, que me digas palavras que me façam ir ao céu e voltar, que me garantas algo eterno. preciso disso tudo, mas de ti, e só de ti, és o único que me poderá dar tudo o que eu ambiciono. acredito tanto em ti. acredito tanto no teu sentimento, no teu olhar e em cada demonstração de amor. queria dar-te mais, muito mais, e um dia sabes que darei. um dia, mais tarde, quando vivermos os dois debaixo do mesmo tecto. quando partilharmos os mesmos lençois, os mesmos talheres, a mesma televisão, e andarmos por cima do mesmo chão. quando chegarmos a casa e dermos um beijo, e esse se começar a tornar uma rotina, em vez de esperarmos dias para o dar. sinto-te mais em mim a casa dia que passa, e quero sentir, mais e mais, não quero perder este sentimento que nos liga, que nos torna mais fortes e nos faz pensar que o mundo e a vida não são só disabores . fica comigo, eu prometo que permanecerei contigo, até que algo me impeça, porque estar longe de ti só me faz amar-te mais.

deixa estar;

mostra-me lá o que vales agora.
revela tudo o que desde sempre tives-te medo de revelar, exprime-te, grita, chora, ri, mas fala.
passar por ti e chamar-te de «desconheçida» não é nada para mim. olhar para ti e sentir dor, muito menos.
deixa-te lá disso (...) reage comigo. diz alguma coisa, não me mostres arrependimento, nem me relembres a nossa infância, diz-me apenas «olá», «bom dia», «estás boa?», exacto, preocupa-te comigo, ou então finge.
perferia ter perdido tudo, e tu sabes tão bem o que vai cá para dentro, és a que melhor sabe a confusão que criou dentro do meu ser, sim, porque foste tu mesma que a crias-te.
oh, e tu sabias tão bem da máscara que eu usava, estáva prestes a retira-la novamente, quando tu derepente decidis-te baralhar o jogo, e obrigar-me a pô-la no mesmo lugar, e ela permanecerá cá, por muito mais tempo, dias, mêses, anos até, ou quem sabe, uma vida. achas que gosto de a usar? é estranha, magoa-me, tanto por dentro como por fora. fingir ter força, mais do que a que já tenho, por vezes torna-se tarefa quase impossivel. não sabes o que sinto cada vez que acordo num novo dia e olho para a moldura que não consigo tirar da mesa. não sabes o aperto que suporto no peito, dia após dia quando as memórias de ti me vêm á cabeça. não sabes tudo isso pelo simples facto de nunca te ter deixado, não sabes porque nunca te disse para abrires a porta e saires da minha vida. não sabes porque eu nunca te soube negar nada.  não te quero mal, jámais, foste, és e continuarás sempre a ser o meu porto de abrigo, nunca eide mudar contigo, vou continuar  a ser a mesma chata que conheçes-te, a ter a mesma cara de miuda arrogante, a dizer que te amo vezes sem conta, e a olhar para as tuas fotos sem sorrir, sim, porque quando te foste, não foste só tu, levas-te tambem o meu sorriso contigo e metade de mim. lembrarte-ei sempre com uma lágrima prestes a soltar-se, e com uma esperança que nunca ade morrer de te poder voltar a ter.